Em meio a acordos comerciais e oscilações de preço, a China movimenta quase um milhão de toneladas de soja americana em uma única semana — não por ruptura, mas por equilíbrio estratégico. Pequim diversifica suas fontes de abastecimento enquanto a soja brasileira permanece mais cara, sem abandonar o Brasil, que ainda responde por 70% das importações chinesas. É o retrato de um mundo onde nenhuma nação aceita depender de um único fornecedor, e onde os preços ditam lealdades provisórias.
China compra quase 1 milhão de toneladas de soja dos EUA em uma semana
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