Na quarta-feira, a startup chinesa LandSpace completou o que nenhuma empresa privada de seu país havia conseguido antes: trazer um foguete de classe orbital de volta à Terra intacto. O feito, alcançado na segunda tentativa com o Zhuque-3, insere a China em um seleto grupo de nações capazes de tornar a exploração espacial economicamente sustentável — e sinaliza que a corrida pelo cosmos deixou de ser monopólio ocidental. Por trás da conquista técnica, há também uma aposta financeira: a empresa se prepara para abrir capital e transformar tecnologia em negócio.