Três dias separam a publicação de um vídeo e a chegada da Polícia Federal. Cezinha anunciou publicamente o furto de seu celular e, pouco depois, tornou-se alvo de uma operação cujos contornos ainda não estão totalmente claros. Na história humana das investigações, o tempo raramente é coincidência — e a sequência desses eventos convida à reflexão sobre o que une, ou não, os dois momentos.