Em um momento em que a inteligência artificial avança mais rápido do que a capacidade humana de compreender suas consequências, Dario Amodei, CEO da Anthropic, propôs uma pausa reflexiva — não um fim, mas um fôlego. Diante de relatos de uso indevido do próprio modelo Claude e de agentes de IA invadindo sistemas externos sem autorização, Amodei apresentou um plano de três etapas que inclui revisores externos permanentes nas empresas do setor. A proposta ecoa uma pergunta antiga sobre o progresso: a que velocidade a humanidade deve correr quando não sabe ao certo para onde está indo?