No coração de uma Europa que ainda carrega a memória de Chernobyl, a maior central nuclear do continente voltou a ser palco de ataques com drones entre 25 e 26 de agosto, com a AIEA a confirmar três incidentes que feriram dois funcionários e atingiram infraestruturas críticas de Zaporíjia. Nenhuma fuga radioativa foi registada, mas a instalação opera há dias apenas com geradores de emergência, suspensa entre a guerra e o abismo de um acidente que ninguém pode prever. A comunidade internacional observa, alerta e apela — enquanto a responsabilidade pelos ataques permanece disputada entre Moscovo
Central nuclear de Zaporíjia sofre três ataques com drones em dias consecutivos
Dois funcionários da central foram feridos no ataque de 25 de agosto; pelo menos uma pessoa morreu e 15 ficaram feridas num ataque ucraniano a Energodar na semana anterior.