Ensaios clínicos funcionam com protocolos estatísticos fixos aprovados por agências regulatórias, não como filas de atendimento onde urgência determina prioridade. O Brasil oferece mecanismos como uso compassivo, acesso expandido e fornecimento pós-estudo, mas todos exigem avaliação técnica rigorosa de comitês de ética e da Anvisa.
Caso Lito Sousa revela limites da ciência diante da urgência e pressão das redes
Pacientes com doenças raras, graves e de evolução rápida como a de Lito Sousa enfrentam falta de tratamentos eficazes e impossibilidade de acesso a terapias experimentais devido a critérios de inclusão em ensaios clínicos.