Aquilo que costumamos descartar sem hesitar — a casca da laranja — guarda, segundo uma revisão de 84 estudos publicada em 2026, uma concentração notável de fibras e compostos bioativos com potencial protetor para o coração e o intestino. A ciência, como sempre, avança com cautela: boa parte das evidências ainda vem de laboratórios e modelos animais, e os pesquisadores pedem mais estudos em humanos antes de conclusões definitivas. O achado nos convida, porém, a repensar a relação que temos com o que consideramos resíduo — e a reconhecer que o valor nutritivo muitas vezes habita exatamente onde