No vale de Puketui, na Nova Zelândia, dois seres humanos escolheram transformar o descarte da civilização em fundação de lar — 1.100 pneus que o mundo havia esquecido tornaram-se paredes de uma casa que respira, aquece e se sustenta por conta própria. Gus Anning e Sarah Rowe não construíram apenas uma residência; ergueram uma pergunta viva sobre o que significa habitar a Terra com responsabilidade. O conceito de Earthship, nascido nos anos 1970, encontrou nesse casal novos intérpretes dispostos a provar que o lixo de uma era pode ser a arquitetura da próxima.