A Embraer encerra o segundo trimestre de 2026 com uma carteira de pedidos de US$ 34,5 bilhões — o sétimo recorde consecutivo de uma fabricante brasileira que, ao diversificar entre defesa, serviços e aviação comercial, transformou um ciclo favorável em algo que se parece cada vez mais com uma trajetória estrutural. Em um momento em que companhias aéreas enfrentam pressão de custos e o mundo reordena suas prioridades de segurança, a Embraer encontrou múltiplas correntes soprando na mesma direção.