No mercado brasileiro de seminovos, a ambição de possuir um veículo premium carrega um custo silencioso que se revela apenas na hora da venda. Um levantamento recente expõe como os carros mais cobiçados são também os que mais perdem valor e os que mais demoram a encontrar novo dono, lembrando que o preço de compra é apenas o começo de uma equação mais longa. A sabedoria financeira, aqui, está em enxergar o carro não como um bem estático, mas como um ativo em constante movimento — e queda.