Em um momento raro de vulnerabilidade pública, a ministra Cármen Lúcia — historicamente vista como o ponto de equilíbrio do Supremo Tribunal Federal — votou pela separação do julgamento das mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o assessor Vorcaro, sinalizando que a crise institucional do STF já não pode ser contida por gestos de moderação. Ao pedir desculpas ao povo brasileiro e declarar sentir vergonha, ela revelou que as fraturas internas da corte transcenderam o plano processual e tocaram a consciência de seus próprios integrantes. O episódio marca um inflexão: quando até a voz d