No Rio de Janeiro, o Rock in Rio abriu sua edição de 2026 não apenas como festival de música, mas como arena onde o corpo, a memória e a palavra política se encontraram. Bandas de gerações e continentes distintos transformaram o palco em convite à participação coletiva, enquanto artistas brasileiros como Capital Inicial lembravam que a canção sempre carregou mais do que melodia. O primeiro dia estabeleceu um padrão antigo e sempre renovado: a música como lugar de encontro entre o que fomos e o que ainda somos.