Quando o céu nega chuva a uns e a concede em excesso a outros, o equilíbrio que alimenta o mundo se rompe. A China, segunda maior economia do planeta, vê suas planícies agrícolas do nordeste submersas e seu noroeste calcinado por temperaturas próximas a 50°C, comprometendo safras essenciais de milho, soja e algodão. Pequim responde comprando grãos no exterior em volumes históricos, e essa urgência atravessa oceanos — aquecendo mercados em Chicago, valorizando colheitas no Brasil e lembrando que a fome de uma nação pode reescrever os preços que chegam à mesa de todos.
Caos climático na China dispara demanda por grãos e eleva preços da soja e milho
Inundações históricas e ondas de calor extremo afetam milhões de agricultores chineses e comprometem segurança alimentar regional.