Quino, um labrador treinado para encontrar vida entre escombros, regressou da Venezuela com algo invisível e persistente que os médicos ainda não conseguem nomear. Dois meses após participar nas operações de resgate do duplo sismo que matou mais de seis mil pessoas, o cão sangra sem diagnóstico, sem tratamento, e sem certeza sobre o que o futuro reserva. A sua história coloca uma questão silenciosa sobre o preço que os corpos — humanos e animais — pagam quando entram nas zonas onde a catástrofe ainda ressoa.
Cão de resgate adoece após missão na Venezuela e médicos desconhecem diagnóstico
O cão sofre deterioração progressiva de saúde com hemorragias recorrentes, impedindo o seu regresso ao trabalho de resgate.