No cruzamento entre a promessa do emagrecimento e a fragilidade dos transtornos alimentares, os agonistas de GLP-1 revelam que a mesma molécula pode curar ou aprofundar feridas, dependendo da história silenciosa de cada paciente. Especialistas alertam que prescrever sem rastrear é agir às cegas diante de um risco que não aparece na balança nem no IMC. A medicina, aqui, é convidada a olhar não apenas para o corpo que se vê, mas para o que o paciente carrega antes mesmo de entrar no consultório.
Canetas de GLP-1 e transtornos alimentares: riscos da supressão do apetite
Pacientes com transtornos alimentares ativos correm risco de intensificação de comportamentos restritivos e purgativos ao usar agonistas de GLP-1 sem avaliação adequada.