Em um tempo em que medicamentos emagrecedores transformaram corpos humanos e imaginários coletivos, a indústria pet enxergou uma oportunidade nos 41% de cães e gatos que carregam peso além do recomendado. Produtos inspirados nos agonistas de GLP-1 chegam às prateleiras, mas a medicina veterinária ainda não dispõe de aprovação formal para nenhuma dessas substâncias em animais de companhia. O que permanece, enquanto a ciência não fecha essa lacuna, é a velha e comprovada tríade: alimentação equilibrada, movimento e a presença atenta do tutor.