Em um tempo em que remédios emagrecedores transformaram corpos humanos e imaginários coletivos, o mercado pet tenta acompanhar esse movimento — mas a ciência veterinária ainda não chegou lá. Nenhuma caneta emagrecedora foi aprovada para cães e gatos, e os órgãos reguladores brasileiros alertam que faltam estudos básicos de dose, frequência e segurança para essas espécies. Diante da promessa sem respaldo, o caminho que permanece é o de sempre: equilíbrio, movimento e cuidado profissional.