No limiar de uma eleição que moldará a próxima década, o Brasil debate silenciosamente uma das questões mais consequentes da era digital: quem controlará, regulará e se beneficiará da infraestrutura de dados que sustenta a economia global. Os presidenciáveis apresentam visões distintas sobre o papel do Estado, os incentivos ao capital estrangeiro e os limites da soberania tecnológica — escolhas que determinarão se o país emerge como protagonista ou como coadjuvante na geografia do poder digital.