Às margens do Tietê — rio que carrega tanto a história quanto as feridas de São Paulo —, um candidato escolheu mergulhar no que a cidade prefere ignorar. Filipe Sabará, do PL, entrou nas águas poluídas do trecho mais degradado do rio na data dedicada a ele, unindo em um único gesto a denúncia ambiental e a crítica moral à política brasileira. O ato pergunta, em silêncio, o que apodreceu primeiro: o rio ou as instituições que deveriam protegê-lo.