No Espírito Santo, máquinas passaram a observar o que antes exigia olhos humanos: câmeras dotadas de inteligência artificial agora monitoram as vias do estado, identificando infrações de trânsito de forma autônoma e ininterrupta. É um momento em que a tecnologia assume uma função de vigilância que, por gerações, pertenceu exclusivamente ao julgamento humano. A experiência capixaba pode abrir caminho para uma transformação mais ampla na forma como o Brasil administra a ordem nas ruas.