No coração do cerrado, onde o ar seco de setembro já não surpreende mas ainda machuca, Brasília registrou temperaturas recordes e umidade de apenas 14% — condições que tornam o corpo das crianças um território frágil, exposto à desidratação e ao adoecimento respiratório. Especialistas lembram que proteger os pequenos nesse período exige atenção aos sinais sutis, como a irritabilidade que antecede o colapso, e ações simples que reconstroem o que o clima insiste em roubar.