Em menos de dois dias, dois cabos da Polícia Militar do Rio de Janeiro foram mortos a tiros — um em São Gonçalo, de folga perto de um shopping, outro em Senador Camará durante uma abordagem de rotina. Suas mortes não são acidentes isolados, mas ecos de uma crise estrutural que transforma o cotidiano dos agentes de segurança em território de risco permanente. A farda, ou a ausência dela, não oferece proteção quando a violência é sistêmica.
Cabo da PM é morto a tiros em São Gonçalo; dois policiais assassinados em 48h
Dois policiais militares foram mortos a tiros, um em São Gonçalo e outro em Senador Camará, ambos em operações de segurança.