No mercado automobilístico brasileiro, onde décadas de lealdade a marcas se constroem emplacamento a emplacamento, agosto de 2026 trouxe um momento simbólico: o sedã King, da chinesa BYD, vendeu mais unidades que o Corolla, ícone que a Toyota consolidou por gerações. A disputa transbordou para as redes sociais em forma de provocação e resposta elegante, mas por trás do duelo de palavras há uma transformação mais profunda — a de um mercado que está, lentamente, escolhendo novos reis.