No mesmo dia em que o mundo celebra seu compromisso com a camada de ozônio, a natureza responde com um dado perturbador: o buraco que ameaça esse escudo invisível cresceu além das fronteiras da própria Antártida, aproximando-se de recordes históricos. O que parecia uma batalha em vias de ser vencida revela-se mais complexa do que as décadas de progresso sugeriam. A ONU e agências ambientais lembram, neste momento, que a recuperação do planeta não obedece a cronogramas humanos — ela exige vigilância ininterrupta e ação coletiva à altura da crise.
Buraco de ozônio atinge dimensão recorde, superior à Antártida
A expansão do buraco de ozônio aumenta a exposição humana à radiação ultravioleta, elevando riscos de câncer de pele e doenças oftalmológicas.