Bruno Pedreiro do PCO não declara bens ao TSE; vice também informa não ter patrimônio

Flávio declarou apartamento em 2018, agora diz não ter bens
O vice da chapa do PCO apresenta mudança significativa em sua declaração patrimonial ao TSE em relação a oito anos atrás.
Mark

Por que alguém declararia não ter bens em uma eleição, especialmente se tinha patrimônio registrado antes?

Mimi

É uma pergunta legítima. Pode haver várias explicações — mudanças reais na situação financeira, interpretações diferentes sobre o que deve ser declarado, ou simplesmente uma postura política de apresentar-se de certa forma.

Mark

Mas Flávio Amaral tinha um apartamento em 2018. Ele vendeu? Perdeu?

Mimi

A fonte não diz. O que sabemos é que ele declarou R$ 79.950 naquela época e agora diz não ter nada. Sem mais informações, é impossível saber o que aconteceu no meio do caminho.

Mark

E Bruno Pedreiro? Ele nunca teve bens, ou nunca os declarou?

Mimi

Também não há como saber. Ele concorreu pela primeira vez em 2024 e já não declarava nada. Agora repete a mesma postura. Pode ser que realmente não tenha patrimônio, ou pode ser que escolha não declarar.

Mark

Isso é legal? Pode-se simplesmente dizer que não se tem bens?

Mimi

Sim, é legal. O que importa é que a declaração seja feita. Se alguém não tem patrimônio, declara zero. Se tem, declara. O TSE registra tudo e torna público.

Mark

Então o que torna essa história relevante?

Mimi

A transparência. Os eleitores têm o direito de saber — ou pelo menos de ter acesso — às informações patrimoniais de quem quer governá-los. Quando há mudanças significativas, como no caso de Flávio, isso merece atenção.

  • Bruno Pedreiro e Flávio Amaral entregaram ao TSE declarações de bens completamente vazias, sem nenhum patrimônio listado.
  • No caso de Flávio Amaral, a ausência atual de bens contrasta com o apartamento de R$ 79.950 que ele próprio declarou em 2018 — uma diferença de oito anos que exige explicação.
  • Bruno Pedreiro mantém consistência formal: já em 2024, em sua primeira candidatura, ele também afirmou não possuir qualquer bem.
  • Os dados estão acessíveis a qualquer eleitor no DivulgaCand do TSE, sistema que permite rastrear variações patrimoniais ao longo do tempo e entre diferentes candidaturas.

Em toda democracia, a transparência patrimonial dos candidatos funciona como um espelho entre o cidadão e o poder que ele delega. Em Santa Catarina, Bruno Pedreiro e seu vice Flávio Amaral, candidatos do PCO ao governo estadual, declararam ao TSE não possuir bens — uma postura que, no caso de Bruno, se repete desde 2024, e que, no caso de Flávio, contrasta com o apartamento que ele mesmo registrou em 2018. O que os registros públicos revelam não é apenas um patrimônio ausente, mas uma história de escolhas declaratórias que o eleitor pode — e talvez deva — examinar.

Bruno Pedreiro, candidato do PCO ao governo de Santa Catarina, e seu vice Flávio Amaral apresentaram ao Tribunal Superior Eleitoral declarações de bens sem nenhum patrimônio registrado. As informações foram consultadas no DivulgaCand, sistema público do TSE, no domingo, 16 de agosto, logo após o encerramento do prazo para registro oficial das candidaturas.

Para Bruno Pedreiro, a declaração vazia não é novidade: em 2024, em sua estreia eleitoral, ele já havia informado não possuir bens. A repetição marca uma postura consistente diante dos órgãos eleitorais.

Flávio Amaral, porém, carrega um histórico distinto. Em 2018, ao concorrer a um cargo eletivo, ele declarou um apartamento avaliado em R$ 79.950 — candidatura que acabou sendo julgada inapta pelo TSE. Agora, retornando como vice na chapa do PCO, ele informa não ter qualquer patrimônio, uma mudança significativa em relação ao que havia registrado anteriormente.

Todas essas informações estão disponíveis para consulta pública no site do TSE. O DivulgaCand permite que qualquer eleitor acompanhe não apenas o que cada candidato declara possuir, mas também como essas declarações evoluem — ou regridem — ao longo das disputas eleitorais.

Bruno Pedreiro, candidato do PCO ao governo de Santa Catarina, apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral uma declaração de bens vazia. Seu companheiro de chapa, Flávio Amaral, fez o mesmo. Os registros estão públicos no DivulgaCand, o sistema do TSE que consolida as informações patrimoniais de todos os candidatos que concorrem nas eleições brasileiras. A consulta foi feita no domingo, 16 de agosto, um dia após o encerramento do prazo para o registro oficial das candidaturas.

Para Bruno Pedreiro, essa não é uma postura nova. Em 2024, quando disputou um cargo eletivo pela primeira vez, ele também declarou não possuir patrimônio algum. A repetição dessa informação, eleição após eleição, marca uma consistência na sua apresentação pública — ou, pelo menos, na sua declaração formal aos órgãos eleitorais.

Flávio Amaral, porém, apresenta um histórico diferente. Oito anos atrás, em 2018, ele concorreu a um cargo eletivo e registrou um apartamento avaliado em R$ 79.950 como seu bem. Naquela ocasião, sua candidatura foi julgada inapta pelo TSE, impedindo que ele prosseguisse na disputa. Agora, retornando como vice na chapa do PCO, ele informa não ter qualquer patrimônio a declarar — uma mudança significativa em relação ao que havia informado anteriormente.

Os dados estão disponíveis para qualquer eleitor consultar no site do TSE. O DivulgaCand funciona como um repositório transparente das declarações patrimoniais de candidatos, permitindo que o público acompanhe não apenas o que cada postulante afirma possuir, mas também as variações dessas informações ao longo do tempo. Para os eleitores de Santa Catarina interessados em conhecer a situação patrimonial dos candidatos que disputam o governo do estado, essas informações estão ali, acessíveis e públicas.

Bruno concorreu a um cargo eletivo pela primeira vez em 2024, quando também não declarou bens
— Registros do TSE
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