Vinte e três brasileiros detidos em Antananarivo, capital de Madagascar, afirmam ter sido capturados por uma rede internacional de tráfico humano e forçados a cometer fraudes digitais sob ameaça de tortura. Presos em operação policial em agosto de 2026, eles pedem ao Itamaraty passagens de retorno e documentos consulares, mas a lei brasileira não garante repatriação automática — apenas assistência. O caso ilumina a tensão entre o dever humanitário do Estado e os limites formais da legislação consular, enquanto vidas permanecem suspensas entre dois continentes.
Brasileiros vítimas de tráfico em Madagascar pedem repatriação ao Itamaraty
Vinte e três brasileiros foram mantidos em cárcere, forçados a trabalhar em esquema de fraudes eletrônicas sob ameaça de tortura, e tiveram passaportes apreendidos pelas autoridades locais.