Brasileira morta a facadas na Itália: ex-companheiro confessa crime

Jéssica Stapazzollo, 33 anos, foi morta a facadas; deixa dois filhos menores órfãos e família devastada no Brasil.
Deixa dois filhos pequenos órfãos e uma família devastada no Brasil
Jéssica Stapazzollo foi morta a facadas pelo ex-companheiro na Itália, onde vivia há uma década.
Mark

Como a família descobriu o que havia acontecido?

Mimi

Os policiais italianos chegaram à casa da mãe dela, a cerca de 15 quilômetros de distância, no início da madrugada de 28 de outubro. Foram às 4h40 da manhã dar a notícia. O impacto foi tão forte que a mãe precisou ser internada no hospital.

Luke

E quanto ao suspeito — temos confirmação oficial da identidade dele ou apenas o relato dos familiares?

Mimi

Por enquanto, é o que os familiares disseram. O G1 está aguardando confirmação do Consulado-Geral em Milão sobre quem é esse homem de 33 anos.

Mark

Sabemos por que ele fez isso?

Mimi

Não. Até agora não há informações públicas sobre a motivação do crime.

Luke

E quanto aos filhos dela — como ficam agora?

Mimi

Dois filhos pequenos ficaram órfãos. A família está tentando trazer o corpo de volta ao Brasil para o velório, o que deve custar cerca de R$ 60 mil.

Mark

A comunidade italiana reagiu de alguma forma?

Mimi

Sim. O município organizou um ato em memória dela no dia 30 de outubro, chamando o crime de um "terrível ato de violência" que chocou profundamente a comunidade.

Luke

Jéssica morava lá há quanto tempo?

Mimi

Dez anos. Ela tinha raízes estabelecidas — trabalhava com gastronomia, tinha filhos, era conhecida na região.

  • Jéssica foi encontrada morta cerca de 24 horas após o crime, com 27 ferimentos de faca — a brutalidade do ato chocou tanto a comunidade italiana quanto a família no Brasil.
  • O ex-companheiro confessou o assassinato e foi preso pelas autoridades italianas, mas as motivações do crime ainda não foram tornadas públicas.
  • A mãe de Jéssica, que mora a apenas 15 quilômetros do local, foi acordada às 4h40 da manhã com a notícia e precisou ser hospitalizada após o choque.
  • A repatriação do corpo ao Brasil enfrenta um custo estimado de R$ 60 mil, enquanto o Consulado-Geral em Milão acompanha o caso e presta assistência à família.
  • O município de Castelnuovo del Garda realizou um ato público em memória de Jéssica, reafirmando 'o valor do respeito, da dignidade e do direito à vida de toda mulher'.

Em Castelnuovo del Garda, no norte da Itália, uma mulher brasileira de 33 anos foi assassinada pelo ex-companheiro com 27 facadas — encerrando abruptamente uma vida construída ao longo de uma década longe do Brasil. Jéssica Stapazzollo deixa dois filhos pequenos, uma família devastada e uma comunidade italiana que parou para lembrar seu nome. O crime ecoa uma violência que não conhece fronteiras, e que continua a cobrar o preço mais alto das mulheres.

Jéssica Stapazzollo tinha 33 anos e vivia há cerca de uma década em Castelnuovo del Garda, no norte da Itália, onde trabalhava na área de gastronomia e criava dois filhos pequenos. Entre a noite de 26 e a manhã de 27 de outubro, ela foi morta a facadas pelo ex-companheiro — 27 ferimentos identificados pela perícia. O suspeito, também de 33 anos, confessou o crime e foi preso. O corpo foi descoberto aproximadamente 24 horas depois.

Sua mãe, Rosimeri Stapazzollo, descreve Jéssica como uma pessoa gentil, criativa e profundamente ligada à família. As duas tinham uma relação de amizade próxima — Rosimeri a teve aos 14 anos e ajudou a filha a conquistar a cidadania italiana. A família mora a cerca de 15 quilômetros do local do crime e foi informada da morte na madrugada de 28 de outubro. O choque foi tão grande que Rosimeri precisou ser hospitalizada; hoje está em casa sob acompanhamento médico.

O Consulado-Geral em Milão acompanha o caso e aguarda confirmação oficial da identidade do suspeito. O velório será realizado na Itália, com posterior repatriação do corpo ao Brasil — processo que deve custar cerca de R$ 60 mil. A comunidade de Castelnuovo del Garda realizou um ato simbólico em frente à prefeitura no dia 30 de outubro, em memória de Jéssica, reafirmando o direito à vida e à dignidade de todas as mulheres.

Jéssica Stapazzollo tinha 33 anos quando foi morta a facadas pelo ex-companheiro em Castelnuovo del Garda, uma cidade no norte da Itália onde vivia há cerca de uma década. Segundo a agência de notícias italiana ANSA, o crime ocorreu entre a noite de 26 de outubro e a manhã do dia 27, descoberto aproximadamente 24 horas depois. A perícia identificou 27 ferimentos de faca. O ex-companheiro, também com 33 anos, foi preso após confessar o assassinato, conforme informaram familiares. O Consulado-Geral em Milão aguarda confirmação oficial da identidade do suspeito.

A mãe de Jéssica, Rosimeri Stapazzollo, descreve a filha como uma pessoa gentil, dedicada e criativa, alguém que amava festas e se importava profundamente com a família. Rosimeri teve Jéssica aos 14 anos e as duas mantinham uma relação que ela caracteriza como uma amizade profunda. A mãe ajudou a filha a obter a cidadania italiana. Jéssica trabalhava na área de gastronomia e vivia com dois filhos pequenos — um menino e uma menina. Deixa também os pais e três irmãos no Brasil.

A família mora a cerca de 15 quilômetros da casa onde Jéssica vivia na Itália. Foram informados do crime na madrugada de 28 de outubro, quando policiais chegaram à residência às 4h40 da manhã com a notícia. Mauricio Donato, padrasto de Jéssica que também reside na Itália, relatou que sua esposa precisou ser levada ao hospital após receber a informação e agora está em casa sob acompanhamento médico.

Até o momento, não há informações públicas sobre o que motivou o crime. O Consulado-Geral em Milão informou que está em contato com as autoridades italianas e com a família para prestar assistência. Mauricio Donato comunicou que o velório será realizado na Itália, seguido pela repatriação do corpo ao Brasil. Segundo ele, o processo de traslado deve custar aproximadamente R$ 60 mil.

O crime gerou repercussão significativa na comunidade italiana. A administração municipal de Castelnuovo del Garda classificou o ato como um "terrível ato de violência". No dia 30 de outubro, o município organizou um ato simbólico em frente à prefeitura em memória de Jéssica. O anúncio do evento destacava o desejo de lembrar a vítima e expressar solidariedade à sua família e amigos, reafirmando "com veemência o valor do respeito, da dignidade e do direito à vida de toda mulher".

Ela era uma boa mãe, boa filha, boa irmã e boa amiga. Criativa, sempre bem vestida, minha companheira de estrada
— Rosimeri Stapazzollo, mãe de Jéssica
A iniciativa surge do desejo de lembrar Jéssica, vítima de um trágico ato de violência que chocou profundamente nossa comunidade
— Administração municipal de Castelnuovo del Garda
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