Em Benidorm, cidade turística da costa espanhola, uma mulher brasileira de 33 anos foi assassinada por um compatriota em um crime de extrema brutalidade, enquadrado pelas autoridades como feminicídio. O caso, que veio à tona após dois cúmplices procurarem voluntariamente a polícia, expõe a violência que atravessa fronteiras e encontra suas vítimas longe de casa. A morte tornou-se símbolo de uma ferida coletiva: a Espanha contabiliza 39 feminicídios em 2026, e as ruas de Benidorm responderam com silêncio e protesto.
Brasileira de 33 anos é morta na Espanha; três presos por feminicídio
Restos mortais em duas malas, incinerados em área rural
Por que os dois cúmplices foram à polícia denunciar o crime se estavam envolvidos na ocultação do corpo?
A fonte não explica as motivações deles. Sabemos apenas que procuraram a polícia para denunciar e afirmar que conheciam o autor — mas não há detalhes sobre por que decidiram fazer isso.
Exatamente. É um detalhe crucial que falta. Eles se arrependeram? Foram pressionados? Viram algo que os assustou? A reportagem não responde, então não devemos especular.
A polícia sabia que havia uma discussão antes do crime?
Turistas no mesmo prédio ouviram gritos de uma discussão entre um casal pouco antes do assassinato. Mas não está claro se a polícia tinha conhecimento disso antes ou depois de prender o suspeito.
Isso é importante porque sugere que havia sinais de violência, mas ninguém interveio ou chamou a polícia naquele momento. A reportagem não deixa isso explícito.
O fato de não haver denúncias anteriores significa que era um relacionamento sem histórico de violência?
Segundo a polícia espanhola, não havia registros anteriores de denúncias da vítima contra o homem. Mas isso não significa que não havia violência — apenas que nada havia sido reportado oficialmente.
Certo. Ausência de denúncia não é ausência de abuso. É um ponto que a reportagem deixa claro, mas vale reforçar.
O Pulso
- Uma brasileira de 33 anos foi esfaqueada, esquartejada e seus restos mortais incinerados em município vizinho — a brutalidade do crime chocou moradores e turistas de Benidorm.
- O incêndio provocado para destruir as evidências quase se transformou em um incêndio florestal de grandes proporções, ampliando o rastro de destruição do crime.
- Dois cúmplices se entregaram voluntariamente à polícia e delataram o autor principal, um brasileiro de 40 anos, desencadeando as prisões.
- Dezenas de manifestantes, em sua maioria mulheres, ocuparam a frente da prefeitura de Benidorm em ato de repúdio, com cinco minutos de silêncio pela vítima.
- Autoridades espanholas, incluindo a ministra da Igualdade, condenaram o crime oficialmente, enquanto o país soma 39 feminicídios registrados em 2026.
Em Benidorm, cidade turística da costa espanhola, uma mulher brasileira de 33 anos foi assassinada por um compatriota em um crime de extrema brutalidade, enquadrado pelas autoridades como feminicídio. O caso, que veio à tona após dois cúmplices procurarem voluntariamente a polícia, expõe a violência que atravessa fronteiras e encontra suas vítimas longe de casa. A morte tornou-se símbolo de uma ferida coletiva: a Espanha contabiliza 39 feminicídios em 2026, e as ruas de Benidorm responderam com silêncio e protesto.
No domingo, 27 de setembro, uma mulher brasileira de 33 anos foi morta a facadas em um apartamento alugado no bairro de Rincón de Loix, em Benidorm — região conhecida pela vida noturna na costa espanhola. Turistas hospedados no mesmo edifício relataram ter ouvido gritos de uma discussão entre um casal pouco antes do crime. A polícia confirmou que não havia registros anteriores de denúncias da vítima contra o suspeito.
Após o assassinato, o principal suspeito — um brasileiro de 40 anos — esquartejou o corpo da vítima e, com a ajuda de dois cúmplices, transportou os restos mortais em duas malas até Finestrat, município vizinho. Lá, ateou fogo ao corpo, e as chamas se espalharam pela vegetação, quase causando um incêndio florestal de maiores proporções.
O crime veio à tona quando os dois cúmplices procuraram voluntariamente a polícia espanhola para denunciar o assassinato e revelar a identidade do autor. Os três foram presos. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pelas autoridades.
Na terça-feira seguinte, dezenas de pessoas — em sua maioria mulheres — se reuniram em frente à prefeitura de Benidorm em protesto contra a violência de gênero, prestando cinco minutos de silêncio em memória da vítima. A ministra da Igualdade da Espanha e a delegada do governo contra a Violência de Gênero emitiram nota oficial de repúdio. Com este caso, a Espanha registra 39 feminicídios em 2026.
Uma mulher brasileira de 33 anos foi morta a facadas em Benidorm, cidade turística na costa espanhola, em um crime que as autoridades locais enquadraram como feminicídio. O principal suspeito é um homem de 40 anos, também brasileiro, que foi preso após dois cúmplices procurarem voluntariamente a polícia para denunciar o assassinato e revelar conhecimento do autor.
O crime ocorreu no domingo, 27 de setembro. Segundo relatos de turistas hospedados no mesmo edifício onde o suspeito havia alugado um apartamento no bairro de Rincón de Loix — uma região de Benidorm conhecida pela vida noturna e presença de britânicos — havia gritos de uma discussão entre um casal pouco antes da morte. A polícia espanhola confirmou que não existiam registros anteriores de denúncias da vítima contra o homem.
Após esfaquear a mulher, o suspeito esquartejou o corpo e, com a ajuda dos dois cúmplices, colocou os restos mortais em duas malas. Os três homens então transportaram o cadáver para Finestrat, município vizinho a Benidorm, também na região da Costa Blanca da Comunidade Valenciana. No local, o suspeito ateou fogo nos restos mortais. O incêndio se alastrou pela vegetação circundante e quase provocou um incêndio florestal de maiores proporções.
Na terça-feira, 29 de setembro, dezenas de manifestantes, em sua maioria mulheres, realizaram um ato de protesto em frente à prefeitura de Benidorm contra a violência de gênero. O ato incluiu cinco minutos de silêncio em memória da vítima. Os nomes dos envolvidos no crime não foram divulgados pelas autoridades.
Com este caso, a Espanha contabiliza 39 feminicídios registrados em 2026. A ministra da Igualdade da Espanha, Ana Redondo García, e a delegada do governo contra a Violência de Gênero, Carmen Martínez Perza, emitiram nota oficial expressando repúdio e condenação ao crime.
Citações Notáveis
A morte foi enquadrada pelas autoridades espanholas como violência de gênero— Autoridades espanholas
Expressaram repúdio e condenação ao crime— Ministra da Igualdade Ana Redondo García e delegada Carmen Martínez Perza