Em um mundo onde algumas centenas de pessoas detêm o conhecimento para construir inteligência artificial em escala, nações e corporações travam uma batalha silenciosa e cara por cada uma delas. O Brasil, com déficit de 201 mil profissionais em tecnologia e mais de cinco milhões de cidadãos vivendo no exterior, assiste a essa disputa de longe — mas não de fora. Startups como a Enter, primeiro unicórnio latino-americano de IA, sugerem que o país pode ser protagonista, desde que decida, de fato, jogar.