Quando o debate sobre a Previdência retorna ao centro da vida pública brasileira, ele carrega consigo uma lógica antiga: a de que o ajuste deve recair sobre os ombros de quem trabalha. O Sindnapi — Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos — contesta essa lógica, argumentando que a sustentabilidade do sistema pode ser alcançada por caminhos que não exijam novos sacrifícios dos trabalhadores, como o combate à sonegação, a cobrança de dívidas previdenciárias e o fortalecimento do emprego formal. Num país que envelhece rapidamente, a pergunta mais urgente talvez não seja quando as
Brasil não tem urgência em nova reforma da Previdência, diz Sindnapi
Milhões de trabalhadores e aposentados enfrentariam aumento de insegurança e dificuldades de emprego se reforma aumentar idade mínima sem políticas de inclusão de trabalhadores maduros.