Em setembro de 2026, o Brasil enviou ao espaço um foguete carregando um laboratório científico que cruzou a fronteira dos 100 quilômetros de altitude — o limiar simbólico e técnico onde a atmosfera cede lugar ao cosmos. A missão não se contentou em chegar: planejou o retorno, trazendo de volta dados e amostras via paraquedas, fechando um ciclo completo de pesquisa em solo brasileiro. No arco longo da história espacial, este lançamento inscreve o Brasil entre os poucos países capazes de conduzir ciência soberana além da atmosfera.