Em um momento em que a ciência busca superar os limites do tratável, duas universidades públicas brasileiras se unem a pesquisadores de quatro outros países num consórcio liderado pela Johns Hopkins para enfrentar um desafio que afeta 240 milhões de pessoas no mundo: a hepatite B crônica, doença sem cura conhecida. O projeto, que acompanhará 600 pacientes ao longo de anos, representa não apenas uma aposta científica, mas um compromisso coletivo com a dignidade de quem vive sob a sombra silenciosa de um vírus que pode levar ao câncer, à cirrose e à morte. O Brasil, com sua tradição de medicina
Brasil integra consórcio internacional em busca de cura para hepatite B
Hepatite B afeta aproximadamente 240 milhões de pessoas com infecção crônica globalmente e 276,6 mil casos confirmados no Brasil entre 2000 e 2022, podendo evoluir para cirrose, câncer hepático e morte.