O Brasil emerge, na leitura do historiador Vijay Prashad, não apenas como uma nação em processo eleitoral, mas como o maior prêmio geopolítico em disputa entre as grandes potências. A eleição de 2026 transcende as fronteiras domésticas: ela é observada por Washington, pelos vizinhos sul-americanos e por analistas globais como um momento de inflexão para o equilíbrio continental. Nesse xadrez, Lula representa uma barreira à influência americana, enquanto o avanço da direita na região redefine o que está verdadeiramente em jogo.
Brasil é o maior prêmio para os EUA e Lula é a barreira, diz historiador
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