Em julho de 2026, o Brasil gerou apenas 58,5 mil empregos formais — o pior resultado para esse mês em seis anos, desde os dias sombrios da pandemia. O Ministério do Trabalho revelou que, por trás desse saldo modesto, há um fluxo intenso: 2,26 milhões de contratações e 2,2 milhões de demissões, como se a economia respirasse com dificuldade, inspirando e expirando quase na mesma medida. A queda de 56% em relação a julho de 2025 não é apenas um número — é um sinal de que o mercado de trabalho formal brasileiro está perdendo o fôlego que sustentou anos de recuperação.