Em setembro de 2026, o Bradesco abre a segunda fase de seu aumento de capital — a chamada etapa de sobras —, oferecendo aos acionistas que já participaram da primeira rodada a chance de absorver os 202,38 milhões de papéis que não encontraram subscritor. É um momento que revela tanto o apetite limitado do mercado quanto a resiliência de uma instituição que busca, com método e paciência, consolidar pelo menos R$ 8 bilhões em novo capital. A operação lembra que grandes captações raramente se completam em um único movimento — elas se constroem em camadas, honrando compromissos e abrindo espaço pa