Quando o dinheiro que promete transformar um clube de futebol carrega sombras de disputas em tribunais estrangeiros, a ansiedade é compreensível — mas nem toda acusação é condenação. A GDA Luma, fundo mexicano prestes a se tornar acionista da SAF do Botafogo, enfrenta alegações de fraude num tribunal de falências em Nova York, ligadas à antiga estrutura da financeira colombiana Credivalores. O Botafogo, que não é parte no processo, respondeu com serenidade institucional: a lei brasileira protege o patrimônio da sociedade das responsabilidades de seus acionistas, e uma acusação sem sentença, oc