Quatro meses bastaram para que o Botafogo concluísse que Franclim Carvalho não era o condutor que o clube precisava neste momento. O técnico português, que havia participado das glórias de 2024 como auxiliar, não conseguiu repetir o brilho quando assumiu o papel principal — e uma goleada sofrida nas alturas de Cusco tornou-se o símbolo de uma queda que já vinha se desenhando. Com a chegada de um novo investidor e a urgência de uma virada continental, o Botafogo escolheu recomeçar.