O cobre, metal que acompanha a civilização humana há milênios, atingiu preços recordes em 2026 — não por guerras ou colapsos, mas pela fome silenciosa das máquinas que aprendem. A explosão da infraestrutura de inteligência artificial, com seus data centers, cabos e sistemas de resfriamento, criou uma pressão estrutural sobre a oferta global do metal que os mercados ainda tentam absorver. É um lembrete de que toda revolução digital tem um peso físico, e que o futuro do software é, em parte, escrito nas entranhas da terra.