Na madrugada de um sábado de setembro, um edifício de onze andares cedeu na Penha, zona leste de São Paulo, sepultando sob seus escombros moradores de uma casa vizinha e revelando, no silêncio dos destroços, anos de omissão institucional e cumplicidade burocrática. Cinco vidas foram perdidas — entre elas a de uma mulher grávida —, enquanto bombeiros, cães farejadores e vinte viaturas sustentavam, por mais de vinte e uma horas, a esperança de que o último desaparecido ainda pudesse ser encontrado com vida. O colapso do concreto expôs uma fratura mais profunda: a da fiscalização que falhou, da i
Bombeiros localizam mais 3 corpos em desabamento na Penha; total de mortos chega a 5
Cinco pessoas mortas, incluindo uma mulher grávida; um homem e uma menina de 7 anos resgatados com vida; uma pessoa ainda desaparecida sob os escombros.