Na Amazônia colombiana, onde a floresta guarda tanto vida quanto conflito, o Exército do país bombardeou pela segunda vez em menos de uma semana um acampamento de dissidentes das Farc, matando vinte pessoas no departamento de Guaviare. A morte do líder guerrilheiro conhecido como Tigre sinaliza que o novo governo de Abelardo de la Espriella abandonou a via do diálogo que marcou a era Petro, optando pela força como linguagem principal. A rapidez e a repetição dos ataques revelam não apenas uma mudança de postura, mas uma estratégia deliberada de desmantelamento — cujo desfecho, como toda guerra
Bombardeio mata 20 guerrilheiros dissidentes das Farc na Amazônia colombiana
20 pessoas mortas no bombardeio, incluindo líder guerrilheiro; 5 capturados e 2 menores detidos; segundo ataque em semana anterior deixou 10 mortos, entre eles dois adolescentes de 15 e 16 anos.