Em setembro de 2026, Samuel Vecht, gestor da BlackRock especializado em mercados emergentes, chegou a São Paulo carregando uma tese que vai na contramão do sentimento dominante: a Bolsa brasileira representa uma compra clara, não apesar dos riscos, mas precisamente porque o mercado já os precificou em excesso. Quando o pessimismo se torna consenso, ele historicamente abre espaço para retornos desproporcionais — e Vecht, com 25 anos de experiência e passagens por 80 países, reconhece nesse momento um padrão que já viu antes.