Em uma clínica sem autorização no interior de São Paulo, a fotógrafa Roberta Correa foi a óbito após um procedimento estético que deveria ser rotineiro — e sua morte se tornou o centro de uma questão mais ampla sobre os limites da competência, da responsabilidade e do cuidado com a vida humana. A Justiça, ao pronunciar duas profissionais para o tribunal do júri, reconhece que há dúvidas suficientemente graves sobre o que foi feito, o que foi omitido e por quem — dúvidas que só um julgamento popular poderá, talvez, responder.
Biomédica e esteticista vão a júri por morte de fotógrafa em procedimento estético em SP
Fotógrafa Roberta Correa morreu após sofrer parada cardíaca durante procedimento estético, deixando dois filhos e marido viúvo.