Bill Gates se arrepende de ter conhecido Epstein e nega envolvimento

Me arrependo de cada minuto que passei com ele
Gates respondeu quando confrontado com e-mails divulgados pelo governo que o mencionam.
Mark

Por que Gates está falando sobre isso agora, depois de tanto tempo?

Mimi

Os documentos foram divulgados pelo governo na semana passada. Ele estava respondendo a perguntas diretas em uma entrevista de TV. Não era algo que ele escolheu voluntariamente trazer à tona.

Luke

Mas vale notar que Gates já havia feito declarações anteriores sobre Epstein. Isso não é a primeira vez que ele comenta sobre o assunto.

Mark

E quanto aos e-mails? Eles parecem muito específicos, muito detalhados.

Mimi

Gates diz que são falsos — que Epstein os escreveu para si mesmo, nunca os enviou. Ele está questionando a autenticidade.

Luke

Aqui está o problema: não sabemos como o governo obteve esses e-mails ou se foram verificados de forma independente. A fonte diz que vieram de documentos divulgados, mas não explica a cadeia de custódia.

Mark

Ele visitou a ilha?

Mimi

Gates nega categoricamente. Diz que foi a jantares, mas nunca à ilha de Epstein.

Luke

E isso é tudo o que temos — sua negação. Não há confirmação de outras fontes sobre quem visitou a ilha ou quando.

Mark

O que o deixa mais arrependido — os jantares ou algo mais?

Mimi

Ele diz que se arrepende de cada minuto passado com Epstein. Mas quando pressionado sobre as alegações específicas, muda para questionar a autenticidade dos e-mails.

Luke

Há uma diferença entre "me arrependo de ter conhecido essa pessoa" e "nego as acusações específicas". Gates está fazendo os dois, mas não está claro se ele está respondendo ao que realmente aconteceu ou ao que Epstein alegou que aconteceu.

  • O Departamento de Justiça dos EUA divulgou documentos com e-mails atribuídos a Epstein contendo alegações explícitas e comprometedoras contra Gates, colocando o bilionário sob escrutínio público renovado.
  • Gates foi a um programa de televisão australiano para se defender, admitindo os jantares com Epstein, mas classificando as mensagens como possíveis fabricações que nunca chegaram a ser enviadas.
  • Um dos e-mails descreve, em linguagem gráfica, supostas infecções sexualmente transmissíveis de Gates e pedidos de sigilo médico — acusações que o bilionário nega com firmeza.
  • Gates afirma categoricamente nunca ter visitado a ilha privada de Epstein nem ter conhecido mulheres apresentadas pelo magnata, traçando uma linha clara entre os jantares admitidos e as acusações mais graves.
  • O episódio reacende o debate sobre a responsabilidade moral de figuras de poder que mantiveram vínculos com Epstein, mesmo que alegando propósitos legítimos.

Quando o passado ressurge em forma de documentos oficiais, até os mais poderosos se veem obrigados a prestar contas à memória coletiva. Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do mundo, reconheceu publicamente ter mantido contatos regulares com Jeffrey Epstein entre 2011 e 2014, alegando que buscava financiadores para projetos de saúde global — mas rejeitou com veemência as alegações contidas em e-mails divulgados pelo Departamento de Justiça americano, sugerindo que poderiam ser fabricações do próprio Epstein. O arrependimento que Gates expressa hoje é também um espelho da dificuldade humana de reconhecer, no momento certo, com quem verdadeiramente se está sentando à mesa.

Bill Gates foi a público na última semana para se defender após a divulgação de documentos governamentais que o mencionam em correspondências de Jeffrey Epstein. Em entrevista a um programa australiano, o fundador da Microsoft admitiu ter participado de 'inúmeros' jantares com o financista entre 2011 e 2014, justificando os encontros como uma tentativa de atrair doadores ricos para iniciativas de saúde global. 'Ele conhecia pessoas muito ricas e dizia que elas poderiam financiar projetos para saúde global', explicou Gates, reconhecendo, porém, que foi um erro investir tempo nessa relação.

Os documentos liberados pelo Departamento de Justiça americano em 29 de janeiro incluem e-mails atribuídos a Epstein com alegações explícitas contra Gates — entre elas, supostas infecções sexualmente transmissíveis e pedidos de sigilo médico envolvendo sua ex-esposa Melinda. Diante das acusações, Gates ofereceu uma explicação incomum: sugeriu que Epstein teria escrito e-mails para si mesmo, documentos que nunca foram enviados e que poderiam ser pura fabricação. 'Eu não sei o que ele queria dizer com aquilo ou se ele queria me atacar de alguma forma', disse.

O bilionário foi enfático ao negar os aspectos mais graves: afirmou nunca ter pisado na ilha privada de Epstein e nunca ter conhecido mulheres apresentadas pelo magnata. 'É verdade que estive em diversos jantares, mas eu nunca fui àquela ilha e nunca conheci qualquer mulher', declarou. Com a frase 'me arrependo de cada minuto que passei com ele', Gates encerra sua defesa pública — mas as perguntas sobre o que realmente foi discutido nesses três anos de jantares permanecem sem resposta definitiva.

Bill Gates saiu em defesa de si mesmo na última semana, após a divulgação de documentos governamentais que o mencionam em correspondências do financista Jeffrey Epstein. Em entrevista a um programa de televisão australiano, o fundador da Microsoft reconheceu ter passado tempo com Epstein, mas rejeitou categoricamente as alegações contidas nos e-mails liberados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Gates afirmou que conheceu Epstein em 2011 e participou de "inúmeros" jantares com ele ao longo de três anos. Segundo o bilionário, esses encontros tinham um propósito específico: estabelecer conexões com pessoas abastadas que pudessem financiar iniciativas de saúde global. "Ele conhecia pessoas muito ricas e dizia que elas poderiam financiar projetos para saúde global", explicou Gates, acrescentando que reconhecia ter cometido um erro ao investir tempo nessa relação.

Os documentos tornados públicos na última sexta-feira (29 de janeiro) incluem e-mails atribuídos a Epstein que contêm alegações explícitas contra Gates. Em uma das mensagens, Epstein afirma que Gates teria contraído infecções sexualmente transmissíveis após relações com mulheres russas e teria solicitado antibióticos para sua então esposa, Melinda Gates. O trecho divulgado é particularmente gráfico, mencionando detalhes anatômicos e acusando Gates de pedir sigilo sobre questões de saúde.

Quando confrontado com o conteúdo desses e-mails durante a entrevista, Gates ofereceu uma explicação que desafia a autenticidade das mensagens. Ele sugeriu que Epstein teria escrito e-mails para si mesmo, documentos que nunca foram realmente enviados e que poderiam ser fabricações. "Eu não sei o que ele queria dizer com aquilo ou se ele queria me atacar de alguma forma", disse Gates, enfatizando seu arrependimento por qualquer associação com o investigado. "Me arrependo de cada minuto que passei com ele e peço desculpas por isso."

O bilionário foi categórico ao negar os aspectos mais graves das alegações. Afirmou nunca ter visitado a ilha particular de Epstein e negou ter conhecido qualquer mulher apresentada pelo magnata. "É verdade que estive em diversos jantares, mas eu nunca fui àquela ilha e nunca conheci qualquer mulher", declarou. Essas negações vêm em resposta a investigações contínuas sobre Epstein, que enfrenta acusações de tráfico sexual.

A liberação dos documentos na semana passada marca mais um capítulo na exposição pública das conexões de Epstein com figuras proeminentes. Os arquivos, parte de uma divulgação maior de milhares de documentos ligados à investigação, colocaram Gates sob escrutínio renovado. Sua resposta — reconhecendo o erro de julgamento ao manter contato com Epstein, mas rejeitando as alegações específicas — deixa em aberto questões sobre a natureza exata desses encontros e o que realmente foi discutido durante esses jantares de três anos.

Ele conhecia pessoas muito ricas e dizia que elas poderiam financiar projetos para saúde global
— Bill Gates, explicando o propósito dos encontros com Epstein
Parece que Jeffrey escrevia e-mails para si mesmo. E-mails que nunca foram enviados e que eram falsos
— Bill Gates, questionando a autenticidade dos documentos divulgados
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