Bertha Lutz foi fundamental para incluir explicitamente 'igualdade de direito dos homens e das mulheres' na Carta da ONU, enfrentando resistência até de outras delegadas femininas. Além de diplomata, Bertha foi sufragista que conquistou o voto feminino no Brasil em 1932, bióloga especialista em anfíbios e deputada federal, com trajetória marcada por experiências na Europa.