No cruzamento entre capital global e educação massiva, o conglomerado alemão Bertelsmann — já enraizado no Brasil por meio da Afya — senta-se à mesa com a Yduqs, maior grupo educacional do país, em busca de uma fusão que poderia redesenhar o acesso ao ensino superior para milhões de brasileiros. As conversas, realizadas em São Paulo com a presença da gestora Advent, revelam não apenas ambição corporativa, mas a lógica implacável da consolidação: em mercados de escala, os grandes tendem a se tornar maiores. Um segundo encontro marcado para setembro indica que o processo já passou da fase de cor