Na noite de segunda-feira, no Rock in Rio 2026, Belo escolheu o menor para fazer o maior: subiu ao Palco Favela — não por falta de convite aos palcos principais, mas por fidelidade à sua origem em Itaquera, ao pagode preto e periférico que moldou sua voz ao longo de três décadas. Naquele espaço abarrotado de corpos e memórias afetivas, o cantor demonstrou que a grandeza de uma arte não se mede pelo tamanho do palco, mas pela profundidade com que toca quem a recebe.