No coração de Lisboa, antes mesmo do amanhecer, centenas de pessoas formavam fila à porta do Colombo — um sinal de que o mercado português de beleza deixou de ser uma nota de rodapé para se tornar palco de apostas estratégicas de grande escala. A Sonae e o Grupo Arié movem milhões para conquistar um setor que a pandemia despertou e as redes sociais transformaram em fenómeno de massas. Quando o crescimento anual chega aos 12%, a consolidação ibérica deixa de ser hipótese para se tornar destino.