Sem memória individual, as baratas encontraram na coletividade aquilo que nenhum inseto poderia guardar sozinho: a experiência do grupo como guia de sobrevivência. Um estudo internacional publicado na PLOS One revelou que esses insetos compartilham uma memória emergente, tecida pelo comportamento coordenado da comunidade, não por arquivos pessoais de cada ser. É um lembrete de que a inteligência, às vezes, não reside em nenhuma mente específica — ela nasce do simples fato de se estar junto.