Diante do dilema eterno de alcançar vítimas soterradas em espaços inacessíveis, cientistas encontraram nos insetos uma resposta que a natureza já havia esboçado: baratas gigantes transformadas em ferramentas de resgate, equipadas com câmeras, sensores e injetores de medicamentos controlados à distância. A colaboração entre engenheiros biomédicos e especialistas em robótica reconheceu no corpo pequeno e ágil desses animais aquilo que falta ao ser humano em meio aos escombros. Não se trata de substituir o socorrista, mas de estender seus braços até onde nenhum corpo humano pode chegar com segura