Em Bangor, Maine, pequenos robôs autônomos percorrem 241 quilômetros de calçadas com uma missão que vai além da tecnologia: garantir que o espaço público seja verdadeiramente acessível a todos. Por US$ 94 mil, a cidade apostou que a medição contínua e automatizada pode revelar o que o olhar humano, parado em intervalos regulares, inevitavelmente deixa escapar. É uma escolha que coloca a eficiência a serviço da equidade — e que lembra que infraestrutura acessível não é privilégio, mas direito.